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O museu que expõe espécimes negadas pela ciência

  • Foto do escritor: Charles Bonieck
    Charles Bonieck
  • 16 de ago. de 2019
  • 2 min de leitura

Um museu não convencional localizado em Londres conseguiu despertar a curiosidade de muitos, desafiando as espécies de seres vivos classificados pela ciência.


SITE DO MUSEU COM TODAS AS FOTOS DAS ESPÉCIES : http://www.merrylinmuseum.com. 

 

Restos preservados de fadas, gnomos, dragões, lobisomens e outras criaturas fazem parte desta coleção incomum que é exibida em Londres sob o nome de Merrylin Cryptid Museum.

As peças que fazem parte da coleção são as mais incríveis já conhecidas. Conforme relatado no próprio site do museu, em 2006, foi criado um fundo para analisar e comparar um grande número de caixas de madeira que foram encontradas seladas no porão de uma casa em Londres antes de sua demolição.

Aparentemente intacta desde a década de 1940, as caixas continham mais de 5.000 espécimes de flora e fauna, coletados, dissecados e preservados por muitos cientistas, professores e exploradores de outras culturas já esquecidas, espécies alternativas negadas pela ciência contemporânea.

Por outro lado, a coleção também abrigava muitos artefatos de origem curiosa, como uma suposta máquina para interromper o envelhecimento


Quem foi Thomas Theodore Merrylin?

De acordo com as informações oferecidas pelo próprio site do museu, o professor Merrylin nasceu em 1782 em Hellingshire, no norte da Inglaterra, em uma rica família aristocrática. Sua mãe teria morrido durante o parto, sendo ele criado por seu pai, Edward, um general do exército.

Uma vez aposentado, seu pai se apaixonou pela história natural ‘esotérica’, dedicando o resto de sua vida a viajar pelo mundo em busca de artefatos ilusórios e espécies ocultas que supostamente residiam em continentes esquecidos ou lugares misteriosos, longe de olhares indiscretos.

Eles viajaram juntos por muitos anos até que seu pai sofreu uma morte súbita. Desde então, Thomas encontrou conforto em seu trabalho e em continuar a coleção que ele havia começado com seu pai.

Em 1899 ele levou uma pequena parte de seus espécimes para realizar uma turnê pelos Estados Unidos, mas não teve sucesso por causa das atitudes conservadoras dos estudiosos da época. Tanto que, conforme explicado no site do museu, muitos consideraram a exposição “uma pura blasfêmia”.

Nos anos seguintes, Merrylin expandiu a coleção de forma exponencial e viajou por todos os cantos da Terra, atraindo seguidores e pesquisadores que adicionaram novas peças à sua coleção.


Certamente grande parte do que é mostrado no museu, se não for sua totalidade, se trata de farsas montadas por pessoas que queriam fazer um “dinheirinho” extra com suas habilidades artísticas. Mas e se lá, perdido entre todas essas farsas, houver algo que seja realmente de interesse científico?




Bem, infelizmente ficará sendo ignorado pela ciência tradicional para sempre, pois nenhum cientista da corrente predominate chega perto dessas coisas, bem como não querem investigar o fenômeno dos OVNIs, mesmo este tendo sido provado sem sombra de dúvidas.

Seguimos mesmo assim…





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